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Performing Arts
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Blur

E se conseguíssemos derrotar a morte?

BLURapresenta um novo mito para a era moderna, em que a ciência alterou a forma como encaramos a vida e a morte. Com a clonagem e os avanços na biologia da ressurreição, esbatem-se as fronteiras entre os vivos e os mortos, o natural e o artificial.

Esta produção teatral marca o encontro entre o Phi Studio, de Phoebe Greenberg, um estúdio de design imersivo de Montreal, na vanguarda da realidade estendida, e o Riverbed Theatre, uma companhia teatral de Taiwan, dirigida por Craig Quintero, que explora as fronteiras entre as artes visuais e performáticas com recorrente surrealismo.

Inspirada pelo Teatro do Absurdo, habitada por criaturas híbridas e entidades IA, BLUR vai ao encontro do momento presente, desenrolando-se como um cenário onírico, que oscila entre o real e o virtual e leva os participantes numa viagem reflexiva sobre ética, identidade, luto e eternidade.

Conversa com artistas no dia 15 de maio.

Sessions

  • 7 May 202716:00

Credits

criação
Craig Quintero e Phoebe Greenberg
design de som
Chin-Lun Kao
coreografia
Edouard Lock
supervisão experiência visual
Mélanie Courtinat
animação 2D
Caroline Robert
elementos 3D, ambientes e efeitos visuais
Behaviour Interactive
filmes 360º
Funique VR
captura de movimento
LAB 7
processamento de dados de captura de movimento
Game On
captura volumétrica
IP Lab
apoio à prototipagem
Onassis Culture
produção
PHI Studio, Riverbed Theatre, Onassis Culture
parceiro oficial de apresentaçã
o National Theater & Concert Hall (Taiwan)
em parceria com
Taiwan Contemporary Culture Lab (C-LAB)

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