
Júlio Pomar: Equus
Com Obras da Coleção da CGD

Equus ferus caballus é o nome científico do cavalo domesticado, mas no Panteão Nacional, a palavra Equus soa também a eco. Neste monumento, onde o som reverbera por 16 segundos, os cavalos de Júlio Pomar (Lisboa, 1926–2018) encontram o seu refúgio numa exposição que celebra o centenário do nascimento do pintor. Imagens de cavalos ocupam a sala de exposições temporárias do monumento, representando diferentes fases da obra de Júlio Pomar: de um D. Quixote, de 1959, ao tríptico Tropel, de 1989, incluindo algumas Tauromaquiasda década de 60.
Do passado ao presente, da discrição cromática dos primeiros anos para os tons feéricos de Tropel, os cavalos de Júlio Pomar são terrenos e reais (mesmo os de D. Quixote). Nem Pégasos, nem Hipogrifos. Nem Sleipnir, o cavalo de oito patas. Ainda assim, ao olharmos estas obras são as palavras de Natália Correia que (nos) são evocadas: “Teus poros exalam o fumo / Do lar dos deuses de onde vieste / Rompante de espuma e de lume / És sol quadrúpede ou mar equestre?”.
Esta exposição é uma homenagem a um dos maiores pintores portugueses, fruto de uma parceria entre a Culturgest e o Panteão Nacional.
Sessões
- 27 dez 2026
Acessibilidade
- Língua gestual
Inauguração 17 SET QUI 18:30 Visita-guiada com curadores e interpretação em Língua Gestual Portuguesa 17 OUT SÁB 15:00
Eventos semelhantes

“O Céu na Terra não pode esperar”
Com Obras da Coleção da CGD
14 nov
Culturgest · Outro espaço





