
Concerto de Gala do 1.º de Dezembro
Banda da Armada

Descrição
O Concerto de Gala do 1.º de Dezembro (também designado de Concerto de Portugal, da Restauração e da Independência Nacional) resultou da iniciativa do Movimento 1.º de Dezembro, sendo hoje organizado pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal no quadro das Comemorações Nacionais do 1.º de Dezembro, em Lisboa, de que constitui o primeiro ato. Foi uma ideia original de José Ribeiro e Castro, então fundador e coordenador-geral do Movimento 1.º de Dezembro, lançado em 2012 para defender o feriado nacional do 1.º de Dezembro e melhorar as comemorações desta data histórica.
Em 2013, realizou-se a primeira experiência deste Concerto, então no salão nobre da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, à Rua das Portas de Santo Antão, com uma orquestra de câmara: a Camerata Amicis, dirigida pelo Maestro Carlos Silva.
Posteriormente, decidiu-se mudar para uma realização de grande palco, confiando a interpretação do Concerto sempre à Banda da Armada, que tem como Maestro o Capitão-de-Fragata Músico Délio Gonçalves. Em 2015, realizou-se no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e, em 2016, no Teatro da Trindade, seguindo-se nova interrupção por falta de sala e, em 2020, por causa da pandemia. O Concerto regressou em 2021, agora, à sala do Cineteatro Capitólio, onde voltou em 2022 e 2023. Nas edições de 2015 e 2022, o concerto foi regido, respetivamente, pelos 1.º Tenente Músico José Veloso e 2.º Tenente Músico Samuel Pascoal, ambos também da Banda da Armada.
O Concerto compõe-se unicamente da interpretação de peças de compositores portugueses, homenageando o espírito, a liberdade e a independência de Portugal, na circunstância da evocação da Restauração de 1640.
O desejo e o sonho do Movimento 1.º de Dezembro (e, hoje, da Sociedade Histórica da Independência de Portugal) foi criar progressivamente, através do Concerto de Portugal, da Restauração e da Independência Nacional, no 1.º de Dezembro, uma tradição que, com o decurso dos anos, venha a ser tão forte e tão carismática quanto o célebre Concerto de Ano Novo, estreado em 1939 e tocado todos os 1.º de janeiro pela Filarmónica de Viena, no Musikverein da capital austríaca. Para esse objetivo, é fundamental a interpretação sempre pela mesma orquestra (a Banda da Armada), no mesmo dia e na mesma sala de espetáculos (condições reunidas, finalmente, desde 2024). De início, foi seguido o figurino de um concerto curto, de uma hora sem intervalo, em horário de fim de tarde, encerrando sempre da mesma forma, festiva e solene. O final procura envolver o público em crescendo: Marcha dos Marinheiros, Hino da Restauração (instrumental e, a seguir, cantado pelo público) e Hino Nacional.
Sessions
- 29 Nov 202621:00
Credits
- Interpretação
- Banda da Armada
- Interpretação
- Banda da Armada