De onde vem isto?
A Primeira Plateia nasceu de uma frustração simples: em Portugal, não existia um sítio único onde pudesses ver, de forma clara e actualizada, o que estava em cena em todo o país. Cada teatro tinha o seu site, cada cidade a sua lógica, e o público ficava entregue ao acaso.
O projecto começou como um laboratório técnico — um aggregador de dados chamado Palco Vivo — onde foram testados os scrapers, a pipeline de dados e a lógica de normalização. Quando a tecnologia provou que funcionava, nasceu a marca real: Primeira Plateia.
"A plateia não começa quando as luzes se apagam. Começa no momento em que decides ir."
O que fazemos
Todos os dias, de madrugada, os nossos sistemas percorrem os sites dos teatros portugueses e recolhem a programação actualizada. Os dados são normalizados, validados e publicados. Quando acordas, a Primeira Plateia já sabe o que há em cena hoje à noite.
Não inventamos programação. Não editamos sinopses. Não cobramos aos teatros para aparecer. Somos um espelho fiel do que existe — construído com cuidado, actualizado com rigor.
Os nossos princípios
Transparência total
Os dados vêm dos teatros, não os criamos. Cada espectáculo tem um link directo para a fonte original.
Sem publicidade, sem patrocinadores
Não aceitamos dinheiro de teatros para alterar o que mostramos. O que aparece, aparece porque existe.
Acessibilidade como prioridade
Cada página é construída para ser utilizável por toda a gente, incluindo quem usa tecnologias de apoio.
Dados abertos por defeito
A programação que recolhemos é pública. Se és investigador, jornalista ou programador, fala connosco.
Para onde vamos
A agenda é o início. Queremos crescer com cuidado — mais teatros, mais cidades, mais informação sobre cada espectáculo. No futuro, críticas, entrevistas e reportagens. Mas só quando a base estiver sólida.
Por agora: faz o que prometemos. Todos os dias. Sem falhar.