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Pensamento
Em cartaz

Pândiga

Pândiga

Pândiga nasce do encontro com Farsa das Ciganas, de Gil Vicente, que, em 1521, deu notícia da chegada do povo cigano a Portugal.

Cinco anos mais tarde, com a promulgação de mais uma lei repressiva por parte de D. João III, percebeu-se que a apresentação do espetáculo foi importante na construção de um imaginário que alimentou suspeitas, medos e exclusões.

Hoje, cinco séculos depois, as companhias UMCOLETIVO (Portugal) e ACTOS ÍNTIMOS (Espanha) regressam ao texto para o interrogar à luz dos 500 anos de vida que nos separam dele: quem vem de fora continua a sonhar com esta Europa antiga, lugar de sonhos e de possibilidades, mesmo quando muitos dos que aqui vivem deixaram de acreditar nela?

Pândiga é uma festa tardia e sincera, uma prática de encontro aprendida com o povo cigano.

Conversa com artistas no dia 3 de julho.

Sessões

  • 1 jul 2027

Ficha técnica

criação
Cátia Terrinca e Santi Senso / UMCOLETIVO e Actos Íntimos
a partir de
Farsa das Ciganas de Gil Vicente e dos poemas de Olga Mariano
dramaturgia
Cátia Terrinca e Santi Senso, com Olga Mariano
cenografia
Bruno Caracol
figurinos
Raquel Pedro
desenho de luz e direção técnica
João P. Nunes
direção musical
Carlos Mil Homens
interpretação musical
Carlos Mil Homens, Diego el Gavi, Marian Yanchyk e Sina Shirazi
apoio a criação
Daniela Mendonça
operação de som
Sara Santos
mediação cultural e artística
Rui Salabarda, com Ilda Ambrósio e Susana Silvério
fotografia
João Versos Roldão
produção
Flávio Catelli

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