
Memorial
*Memorial*olha, retrospetivamente, para o tempo presente. O que fazemos hoje pertence ao passado, o que somos hoje pertence ao passado, o discurso que exercemos hoje pertence ao passado, nós pertencemos ao passado. Somos ainda reféns desse passado que se apossou de nós e nos torna resistentes a uma urgente alteração de referências e comportamentos. Nesta obra, não se repete mais um alerta para o fim dos tempos. Salta-se essa parte e imaginase um depois, onde já estaremos livres da catástrofe porque já a incorporámos como parte de nós. **Conversa com artistas** no dia 23 de janeiro.
20 jan
TNDM · Sala Estúdio
